quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Trabalhar no Setor Público, sua chance de mudar o mundo?


Há quem diga que a chance que uma pessoa tem para mudar o mundo é atuando no setor público, será?


O nosso tema deste artigo é se realmente, atuando no setor público, uma pessoa, um profissional, pode mudar o mundo? Talvez sim...talvez não...
Vamos do básico. O setor público no Brasil, por muitos anos foi objeto de desejo da maior parte da população, (em muitas áreas e atividades ainda é) devido a estabilidade profissional, altos salários em certos tipos de atividades e, infelizmente, em muitos casos, o comodismo, o cabide de emprego.
Entretanto, de alguns anos para cá, as coisas estão mudando, principalmente com a criação de cursos de graduação e pós-graduação específicos para o setor, o que está proporcionando à várias pessoas e profissionais, tanto que já atuam no segmento como quem está fora, a ingressar nestes cursos. Os profissionais que já atuam ou que ingressam nos cursos, geralmente buscam aprimoramento, entender a metodologia e aplicabilidade de recursos, entendimento político partidário, entre outros, mas ainda existe aquele "grupinho" que ingressa com metas definidas como, melhorar sua classificação, sua pontuação e, claro, seus rendimentos. Não condeno profissionais assim, cada pessoa sabe o que é melhor para si, porém, quem está de fora, tem outros objetivos, ampliar seus conhecimentos, entender políticas públicas, os impactos sociais, enfim, mudar o mundo. Contudo, será que é possível?
A área da Gestão Pública, os profissionais que nela atuam, tem por atividade elaborar, avaliar e coordenar políticas públicas, desenvolvendo e melhorando os processos, buscando efetividade e aperfeiçoamento no que tange ao serviço público. Mas nem todos que se formam conseguem atuar diretamente com este tipo de tarefa, às vezes, acabam partindo para outros setores públicos como educação, saúde, assistência social, segurança, entre outros. 
Agora te pergunto, mas quem tem maior chance de mudar o mundo, o profissional que atua especificamente nas diretrizes de políticas públicas, onde estão envolvidos governantes, políticos e seus partidos ou aquele profissional atuante nos ramos citados anteriormente que possuem contato direto com a população, entendem as dificuldades que seus colegas passam no dia a dia, vivenciam a situação? Na minha humilde opinião, claro que são os profissionais da educação, da saúde, assistência social, segurança, transporte, etc., que podem proporcionar, ou pelo menos, iniciar esta mudança, quem melhor do que eles para conhecer a real circunstância a que seus segmentos estão ligados? Quem melhor entende o que é necessário? Quem melhor entende o que fazer no seu segmento, ou seja, "como mudar o mundo"?
Como disse certa vez Nelson Mandela: "A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo" ou ainda como Mahatma Gandhi dizia, "Seja a mudança que você quer ver no mundo". Existe um ditado, que acredito que muitos conhecem que diz "uma andorinha só não faz verão", mas pode, pelo menos, começar, incentivar, instigar a mudança. Devemos ter este sentimento de mudança. Entendo que, como citado por Martin Luther King, em seu famoso pronunciamento "I have a dream" (eu tenho um sonho) em 1963 na escadaria do monumento a Lincoln, em Washington DC - USA: "Não podemos caminhar sozinhos", mas alguém tem que dar o primeiro passo, o primeiro passo para a mudança, para fazer a diferença, talvez assim, o mundo inteiro não sei, mas podemos, pelo menos, mudar o mundo que está a nossa volta.
Até a próxima!


Somente dinheiro motiva um Gestor Público?


Não existe outra motivação dentro dos serviços públicos além de dinheiro, altos salários, benefícios?


A gestão pública, ao mesmo tempo em que é um setor profissional da sociedade almejado por muitos, parece que para outros, nem tanto assim, devido a questão financeira. Mas, será se não há atrativos? Será que não há desafios? Como tratei em um outro artigo que escrevi (https://liderancapublica.blogspot.com/2019/10/trabalhar-no-setor-publico-sua-chance.html), não há mais interesse dos profissionais nesta questão?
Vamos exemplificar. O atual prefeito de São Paulo, Sr. Bruno Covas, no mês de fevereiro/19, sancionou (na surdina), uma lei para beneficiar os secretários municipais da cidade, alegando que, para convidar profissionais gabaritados para exercer os respectivos cargos, o salário mensal de cerca de R$ 19.000,00 é pouco atrativo (quase 20 vezes o salário mínimo do país, onde em São Paulo a renda média per capita é de R$ 1.712 e temos, atualmente, conforme estatística do IBGE, quase 13 milhões de desempregados). Entendo que não é um cargo qualquer, muito menos que deva ser exercido por um profissional que não seja da área, mas considerar R$ 19.000,00 insuficientes, já é um pouco demais (desculpem o trocadilho final)! Esta lei permite que cada secretário possa fazer parte do Conselho Administrativo de empresas públicas, o que era vetado anteriormente, podendo este acrescer de JETOM (que é o pagamento realizado tanto na esfera municipal, estadual ou federal, por serviços extraordinários realizados por parlamentares, secretários, ministros entre outros, seja em sessões extraordinárias como em conselhos administrativos de empresas públicas) o valor de R$ 6.000,00 (e R$ 3.000,00 para participação em conselhos fiscais destas empresas). Contudo, há secretários que participam em mais de um conselho administrativo como o secretário de governo Mauro Ricardo, que participa do Conselho Administrativo da SP Urbanismo e do conselho da SP Obras. Não ficou claro na nova lei sancionada se o acúmulo de “conselhos” adiciona mais jetons ao salário dos secretários. Se todos os secretários, são 25 no total, ocuparem um cargo em Conselho Administrativo, isto acarretará, somente de jetons, quase R$ 2 milhões reais/ano aos cofres públicos.
Compreendo, nem relógio trabalha de graça, entretanto, onde está a cidadania destes nossos gestores? Não há nenhuma motivação, objetivo ou simplesmente vontade de melhorar a cidade, fazê-la crescer, se desenvolver? Só o ganho financeiro que importa? Existem tantos outros benefícios como carro, motorista, entre outros e, torno a repetir, R$ 19.000,00 não bastam? A sensação que temos é que nossos gestores não se importam com o município, estado ou mesmo a nação que “ajudam a gerir”, simplesmente o que vale é seu próprio interesse, o seu próprio bolso. Será que estou sendo muito crítico? Ou esta sim é a realidade em que vivemos? Parece que só trocaram os palhaços, pois o circo continua o mesmo...
Até a próxima!

Bibliografia:



SÉRIE: TIPOS DE GESTÃO DE PÚBLICA – Art. IV: Gestão pela Competência


Neste quarto e último capítulo, apresentamos o que todos deveriam fazer, principalmente no setor Público, a Gestão pela Competência, com conhecimento, experiência, expertise e resiliência.



Neste último episódio de nossa série, apresentamos o que todos os níveis no serviço público (pois no privado, em sua grande maioria, o que mais se exige é isso), deveriam exercer que a Gestão pela Competência.

Vários autores, estudiosos, expert’s no assunto, criam vários títulos para uma gestão de qualidade, exercida através de Liderança, Foco em Resultados, Gestão de Desempenho, entre outros, não estou a criticar nenhum deles, muito pelo contrário, algumas possuem resultados impressionantes, mas, como diz uma música dos Engenheiros do Hawaii, todos são “variações sobre um mesmo tema”, ou seja, o objetivo é realizar aquela atividade, plano de ação, atingir os resultados almejados, contudo, sem competência dos partícipes e, claro do gestor, se torna cada vez mais difícil. Mas, o que vem a ser uma Gestão pela Competência? Simples, não somente a liderança de um determinado setor, órgão público, secretaria, governo, etc., o profissional deve ser profundo conhecedor do tema em que vai atuar, possuir experiências anteriores, ter “know hall” para exercer o papel ao qual está sendo designado, ser um líder nato, de preferência, para motivar todos ao seu redor, não necessariamente precisando de contratações exacerbadas para onerar ainda mais os cofres públicos, claro, algumas pessoas de extrema confiança serão de suma importância, mas todo material humano que já atua naquela área, naquele departamento é muito útil, por conhecer os meandres, os detalhes, muitas vezes são profissionais excepcionais que simplesmente nunca foram reconhecidos ou valorizados e podem apontar soluções fantásticas.

Em nosso país, no serviço público, inúmeras vezes ouvimos dizer que não há solução, que nada tem jeito, são problemas de infraestrutura, são problemas com a falta de verba (ou excesso, que muitas vezes, infelizmente, são desviadas), burocracia, legislação defasada, enfim, parece que nosso país é um poço de problemas, para tanto, só posso dizer uma coisa: - É MENTIRA! Nós vivemos em um dos países mais ricos do mundo, estamos entre as 20 maiores economias, fazemos parte do G20, fazemos parte também do BRICS, um grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, que se uniram, pois são os países mais emergentes do mundo. Tudo isso porque somos uma potência, entretanto, nossos governantes não tem este mesmo objetivo. Se nos últimos 30 anos, tivéssemos governos, tanto na esfera municipal, estadual ou federal, engajados com a Gestão pela Competência, com certeza estaríamos no G8 (grupo dos 8 países mais fortes do mundo) e digo mais, entre os cinco primeiros. Estou exagerando? De jeito nenhum. Alguns exemplos disso. Nosso querido país é o maior produtor de café do mundo, o segundo maior produtor de soja do mundo, o segundo maior rebanho de gado de corte e leite do mundo, o maior exportador de carne bovina do mundo, sem contar nossas riquezas naturais, pois somos a maior reserva de água doce do planeta (o aquífero Guarani, que vai desde o Rio Grande do Sul até Mato Grosso), o qual sustentaria o planeta por 200 anos, maior jazida de esmeraldas do mundo, entre outros. Porque então não somos os maiores do mundo? O que nos falta? GESTÃO POR COMPETÊNCIA.

Profissionais gabaritados, com vontade, políticos engajados com o país e não com o próprio bolso, uma população mais participativa, mais bem informada, enfim, todos temos nossa parcela de culpa neste cenário, mas precisamos nos tornar líderes, líderes de nós mesmos, almejando melhorar toda esta situação, sei o quanto é difícil “mudar o mundo”, mas podemos começar mudando nossas mentes, nosso vizinho, nosso bairro, não jogando um simples papel de bala de no chão, já faz toda a diferença, somos mais de 200 milhões, se 2% da população criasse hábitos como este exemplificado, seriam 4 milhões de novos brasileiros, é ou não uma grande diferença? Finalizo esta série com uma pergunta que ouvi em algum seriado de uma dessas plataformas de streaming:

- O que você prefere, uma ovelha liderando leões, ou um leão liderando ovelhas?

Obrigado pela paciência e atenção de todos, estou a ordem para discutir sobre estes e quaisquer outros temas.

Até a próxima!

SÉRIE: TIPOS DE GESTÃO DE PÚBLICA – Art. III: Gestão pela Inoperância

Neste terceiro capítulo, apresentaremos a Gestão pela Inoperância. Infelizmente, um fato corriqueiro na Gestão Pública. O que significa? O que caracteriza? Esta nomenclatura, muita utilizada, principalmente, no meio político, contudo, devia aparecer menos e “operar” mais...


               Neste terceiro capítulo na nossa série TIPOS DE GESTÃO PÚBLICA, vamos abordar o que chamamos de Gestão pela Inoperância. Inoperância é uma derivação da palavra inoperante, que significa ineficaz, que não opera, sem efeito, entretanto no meio da gestão da pública, um predicado um tanto quanto usual, mais comum do que deveria.

                Mas você pode me perguntar, como pode haver um profissional, um órgão, uma instituição, não somente pública, que pode gerir algo pela inoperância? Como já citei infelizmente, isto é muito mais comum em Gestão Pública do que imaginamos. Vamos explanar este tema desde o princípio, focando na máquina pública.

           Uma campanha eleitoral para determinado cargo legislativo, vários candidatos aparecem mencionando que irão atuar na Saúde, Educação, Segurança, Trabalho, entre outras áreas. O mesmo é eleito, toma posse e qual seu primeiro ato exercendo tal cargo? Buscar informações sobre seus benefícios como auxílio isso, auxílio aquilo, quantos assessores ele pode dispor, verba para isso, verba para tal, e assim por diante. Já começou sua inoperância. E os projetos e áreas que precisava trabalhar, que precisavam de mudanças? Não que o eleito já tenha que começar “tentar mudar o mundo”, é sabido que o mesmo precisa de assessores, estrutura para trabalhar, entretanto não seria mais EFICAZ que o mesmo já tivesse um projeto? A grande maioria simplesmente quer “uma boquinha” dentro da máquina pública que, neste Brasil, é mais que uma mãe. Muitas vezes, nem os cargos eletivos, prefeitos, governadores, presidentes, possuem um projeto bem estruturado, muitas vezes deixam a cargo de seus secretários e ministros para desempenharem esta tarefa, os quais, na grande esmagadora maioria, são nomeados não por sua capacidade, mas sim por vínculos partidários ou pior, por amizade ou indicação de “concorrentes” políticos, como no caso do recém empossado governador do estado de São Paulo, João Dória, que tanto criticou o governo do ex-presidente Michel Temer  e nomeou 09 nomes da antiga gestão (Vinicius Lummertz-Turismo, Alexandre Baldy-Transportes Metropolitanos, Sérgio Sá Leitão-Cultura, Rossieli Soares-Educação, Gilberto Kassab-Casa Civil, que já foi substituído logo após sua posse devido ao fato de ser alvo de investigação da Polícia Federal, por Antonio Carlos Maluf, Aloysio Nunes Ferreira, vai comandar a Investe SP, agência de promoção de investimentos, Nelson de Souza, que chefiará três estatais paulistas e por último, finalmente, ufa, Antonio Claret de Oliveira, que presidirá o Departamento Aeroviário de SP). Como cito em artigos anteriores e torno a repetir, não sou partidário, nem defendo ou incrimino A ou B, apenas estou exemplificando e ilustrando meus pontos de vista.

            Tratando mais no detalhe, na gestão propriamente dita, como por exemplo, caso apurado pelo TCU (Tribunal de Contas da União) onde a inoperância, a falha de governança, a inabilidade e, até inexperiência de alguns, levaram a Petrobrás, por parte de seu CA (Conselho de Administração), mais uma vez, a um prejuízo na ordem de mais R$ 43 bilhões (https://portal.tcu.gov.br/imprensa/noticias-antigo/gestao-antieconomica-de-refinarias-pode-ter-gerado-prejuizo-a-petrobras.htm). Agora, para compor um “Conselho Administrativo”, ainda mais da maior empresa estatal da América Latina, como podem cometer falhas apontadas pelo relatório do TCU como falta de planejamento e direcionamento estratégico? Outra vulnerabilidade apontada pela Corte de Contas foi referente ao rito de indicação da União para membros do CA, com falta de critérios objetivos, transparência e segregação de funções, entre outras, diz José Mucio Monteiro, ministro relator do TCU. Quer maior ineficácia, maior inoperância do que isso na gestão pública?

Até o próximo e último capítulo da nossa série!

SÉRIE: TIPOS DE GESTÃO DE PÚBLICA – Art. II: Gestão pelo Entusiasmo


Neste segundo capítulo, exemplificaremos a Gestão pelo Entusiasmo. O que vem a ser? Nunca ouviu falar? Esta nomenclatura pode não ser muito utilizada, mas, aparentemente, está ocorrendo com muita frequência e sendo muito difundida no setor público...


Neste novo capítulo da nossa série: Tipos de Gestão Pública, debateremos sobre uma prática que (felizmente ou infelizmente, depende do ponto de vista de cada um) acontece mais do que possamos imaginar, talvez pelo título que estamos adotando, poucos tenho ouvido a cerca de, entretanto, é uma situação até que corriqueira, a Gestão pelo Entusiasmo.

O que vem a ser este tipo de Gestão? Adotamos esta nomenclatura porque esta é a verdadeira conjuntura, Entusiasmo.

A palavra entusiasmo, no dicionário, significa um estado de grande arrebatamento e alegria. A origem da palavra vem do grego “en-theos-asm” (sopro de Deus dentro) e, como diz Marco Fabossi (sócio-diretor da empresa Crescimentum), em seu blog: “o sucesso e o êxito estão, na maioria das vezes, mais relacionados ao entusiasmo das pessoas que à sua capacitação técnica ou à abundância de recursos.”

No meu entendimento, perfeita definição, mas gerir uma instituição com mais entusiasmo do que capacitação funciona? E com falta de recursos? Muitas vezes, o entusiasmo não só ajuda como motiva todos que estão ao redor daquele líder (uma liderança e não um chefe, como tratamos em outros artigos), pois é contagiante a vontade, as boas perspectivas, a esperança na resolução de uma questão, entre outros. Contudo, somente entusiasmo basta? Em diversos setores onde desempenhar uma função ou tarefa dependa mais da força de vencer, atingir suas metas e objetivos, talvez, como em uma partida de futebol, como Fabossi trata no artigo mencionado, mas em gestão, o líder também precisa ser habilitado, ter condições técnicas para, além de ocupar tal função, desempenhá-la. No setor público, principalmente no início das gestões, há muita empolgação, o nosso famoso “entusiasmo”, mas capacidade técnica, conhecimento, especialização no tema, passa longe deste gestor em grande parte das vezes, então aí começa a Gestão pelo Entusiasmo. No começo, em alguns casos, é até fascinante ver esta vontade, esta gana em desempenhar a devida função, em resolver questões, apontar soluções, porém, na maioria das vezes, com a falta de habilidades para o cargo, a escassez de recursos que, muitas vezes é grande e bem comum, este entusiasmo, que no começo era empolgante, contagiante, passa a apresentar o mesmo efeito, infelizmente, totalmente contrário, tornando-se igualmente contagiante, igualmente arrebatador, contudo negativamente. As pessoas ao redor deste gestor tendem a se sentir desmotivadas, desanimadas e até desrespeitadas, pois o ambiente vai tornando-se degradado, pesado, muitas vezes insustentável, por estes motivos e questões que, avaliando por este prisma, consideramos uma gestão desta maneira, sem capacidade ou a devida competência, totalmente inapropriada.

Não estou afirmando que não devemos ter entusiasmo, muito pelo contrário, este sentimento ajuda a reger, comandar nossas vidas, seja no âmbito pessoal como profissional, mas nunca devemos deixar que este sentimento, domine 100% de nossas ações, tudo que fazemos em nossas vidas precisa estar embasado, não podemos querer pilotar uma Ferrari, sendo que não sabemos dirigir um fusca, claro que podemos (e devemos) sonhar, nossos objetivos são atingidos porque são motivados por nossos sonhos, mas parte disto somente será realizado se, como no exemplo, aprendermos a dirigir o fusca...

Até o próximo capítulo!